Apita o árbitro
Cada jogador procura seu espaço
Os times estão posicionados
Com o princípio de formar a marcação
E articular o contra-ataque
Levando a bola pra área pelas linhas laterais
Enquanto o ataque espera o cruzamento
A zaga tem vantagem, quebrando a jogada
Assim, todo time se repõe
O tiro-de-meta segue
Do meio campo à ponta direita com um passe
O desempenho é decisivo pra manter a vantagem
Pé na bola, jogo de corpo, e os olhos na grande-área
Lançamento certeiro
Num mergulho de cabeça contra o jogo-de-corpo
Apita o bandeira delatando a falta
.........................
O sistema endócrino se reduz em adrenalina e bate-boca
A torcida ferve em descargas sinápticas de objetos ao campo
Além da vibração tendínea em linguagem ofensiva
Contrastando as torcidas dos times
..........................
Enquanto o agressor se explica ao juiz
No chão, o sofredor da penalidade
Encena-se em espasmos, caretas e gritos
Enfim, o juiz levanta o Cartão vermelho
Os times e a torcida se apreendem
Euforia, taquicardia, cefaléia e parestesia
Disturbios sensoriais se agrupam fazendo a barreira
As demais reações adversas se deslocam sobre a grande área
No apito do juiz o chute de efeito explode
Numa linda jogada a bola segue acima de todos
O goleiro se estica ao máximo, em vão
No ângulo.
PREFÁCIO
Talvez o destino possa realmente existir, repousando sobre nossas vidas, da qual se alimenta conforme nos apresenta seu caminho. Obscuro e recatado, sua presença verte o tempo e o espaço com todos os seres desta realidade.
Nesse destino, este Pequeno Livro deixa meus suspiros e minha pulsação, como mais que meros sinais vitais. Não tem o intuito de ser nacionalmente reconhecido e nem abrir portas para a cadeira dos eternos escritores nacionais. Este livreto visa preservar, como um precioso baú, algumas jóias pessoais conquistadas e cuidadas por meu viver. Estão cravados aqui meus passos interiores, pontos-de-vista refletidos e transformados pelo tempo. Porém, não passivos ou em função e muito menos absolutos e perfeitos. Mas sim como um ser que leva, como os traços do Pai, nas suas criações sua imagem e semelhança.
Acredito que podemos em nossas essências, unir e compartilhar absolutamente os conceitos adquiridos neste plano como um todo universal de personalidades e vivências.
Pois, assim como se fez História de rabiscos em cavernas até mensagens enviadas ao espaço sideral, desta forma aqui manterei queimando minha chama da personalidade na realidade material, vencendo as margens do espaço e tempo.
Desta forma procuro aqui preservar alguns indícios de meu legado vital, através da arte.
Nesse destino, este Pequeno Livro deixa meus suspiros e minha pulsação, como mais que meros sinais vitais. Não tem o intuito de ser nacionalmente reconhecido e nem abrir portas para a cadeira dos eternos escritores nacionais. Este livreto visa preservar, como um precioso baú, algumas jóias pessoais conquistadas e cuidadas por meu viver. Estão cravados aqui meus passos interiores, pontos-de-vista refletidos e transformados pelo tempo. Porém, não passivos ou em função e muito menos absolutos e perfeitos. Mas sim como um ser que leva, como os traços do Pai, nas suas criações sua imagem e semelhança.
Acredito que podemos em nossas essências, unir e compartilhar absolutamente os conceitos adquiridos neste plano como um todo universal de personalidades e vivências.
Pois, assim como se fez História de rabiscos em cavernas até mensagens enviadas ao espaço sideral, desta forma aqui manterei queimando minha chama da personalidade na realidade material, vencendo as margens do espaço e tempo.
Desta forma procuro aqui preservar alguns indícios de meu legado vital, através da arte.
segunda-feira, 23 de março de 2009
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