PREFÁCIO

Talvez o destino possa realmente existir, repousando sobre nossas vidas, da qual se alimenta conforme nos apresenta seu caminho. Obscuro e recatado, sua presença verte o tempo e o espaço com todos os seres desta realidade.
Nesse destino, este Pequeno Livro deixa meus suspiros e minha pulsação, como mais que meros sinais vitais. Não tem o intuito de ser nacionalmente reconhecido e nem abrir portas para a cadeira dos eternos escritores nacionais. Este livreto visa preservar, como um precioso baú, algumas jóias pessoais conquistadas e cuidadas por meu viver. Estão cravados aqui meus passos interiores, pontos-de-vista refletidos e transformados pelo tempo. Porém, não passivos ou em função e muito menos absolutos e perfeitos. Mas sim como um ser que leva, como os traços do Pai, nas suas criações sua imagem e semelhança.
Acredito que podemos em nossas essências, unir e compartilhar absolutamente os conceitos adquiridos neste plano como um todo universal de personalidades e vivências.
Pois, assim como se fez História de rabiscos em cavernas até mensagens enviadas ao espaço sideral, desta forma aqui manterei queimando minha chama da personalidade na realidade material, vencendo as margens do espaço e tempo.
Desta forma procuro aqui preservar alguns indícios de meu legado vital, através da arte.

sábado, 26 de março de 2016

Insanidade moral

É insanidade imaginar a possibilidade de, para dar exemplo ao político, TODA uma sociedade (em suas diversidade moral) se tornar plenamente honesta sem que haja repressão severa de autoridades. Aquele discurso de politicamente correto, culpando imprudências morais do cotidiano de uma sociedade no intuito de se justificar a corrupção dos governantes, além de procurar tirar o poder de avaliação das pessoas em um representante do povo é o cúmulo! As pessoas precisam ter claro em suas convicções que o parlamentar está representando a parte civil e moral da população. Ele tem o dever de aplicar no dia-a-dia do exercício de sua posição civil a postura ética... inclusive promovendo políticas públicas na garantia dos direitos e deveres civis combatendo tudo o que prejudique as estruturas de uma sociedade democrática. Justificar a corrupção de parlamentares pelo mal exemplo da parcela criminosa de uma sociedade, bem como dos artifícios de má-gestão que promovem a informalidade e costumes de desvios morais, é tão repugnante quanto um pai ou um professor justificar condutas de violência alegando a falta de preparo dos filhos/alunos na compreensão. O fim da picada! Quem deveria ser o orientador e quem está no papel de orientado?

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