De vezes em que faço o amanhecer, deixo colorir o horizonte d'outro plano
As mil e uma estrelas que confortavam a noite passada, em seus brilhos
Levemente debruçadas ao renascer.
No fulgor celeste um branco imprevisível, nuvens finas e doces se espalham neste novo dia
A vida infalivelmente se apresenta nos pássaros, pequenos diante do amanhecer
Tracejando de ponto a ponta aos céus e possando a atenção para o tecido anil.
O dia mantém a tradição do campo verde, florido de todas as marcas em todos os pódios
Todavia, o mais incrível está em tudo o que realmente não produzi
Tu criastes todos esses vastos quadros, com suas belezas próprias
Todo o perfeito mundo são apenas palavras sem teu pincel
Sem o real e notório poder do Espírito Santo, com a formosa imaginação
Os sonhos reais são só números, meros nus e sem força
Desta forma, o inimaginável, o passado e o futuro
São frutos na lembrança, piragem ou formação através do sopro da vida
Ora pois, se vós crerdes que quem aqui revelas este resplandescente tesouro
Es o Ser Criador
O qual todos clamam, Deus
Então tu, após esta reflexão, estas agora mais próximo à Mim
Edificastes sonhos tão "vivos" e "reais"
Realidades que te acordas exaltado, em estado de êxtase, ou em paz
Cravo em ti minha assinatura de Pai, sim
Mas, téns o poder de recriar e assinar em vida, como filho
23/05/2005
PREFÁCIO
Talvez o destino possa realmente existir, repousando sobre nossas vidas, da qual se alimenta conforme nos apresenta seu caminho. Obscuro e recatado, sua presença verte o tempo e o espaço com todos os seres desta realidade.
Nesse destino, este Pequeno Livro deixa meus suspiros e minha pulsação, como mais que meros sinais vitais. Não tem o intuito de ser nacionalmente reconhecido e nem abrir portas para a cadeira dos eternos escritores nacionais. Este livreto visa preservar, como um precioso baú, algumas jóias pessoais conquistadas e cuidadas por meu viver. Estão cravados aqui meus passos interiores, pontos-de-vista refletidos e transformados pelo tempo. Porém, não passivos ou em função e muito menos absolutos e perfeitos. Mas sim como um ser que leva, como os traços do Pai, nas suas criações sua imagem e semelhança.
Acredito que podemos em nossas essências, unir e compartilhar absolutamente os conceitos adquiridos neste plano como um todo universal de personalidades e vivências.
Pois, assim como se fez História de rabiscos em cavernas até mensagens enviadas ao espaço sideral, desta forma aqui manterei queimando minha chama da personalidade na realidade material, vencendo as margens do espaço e tempo.
Desta forma procuro aqui preservar alguns indícios de meu legado vital, através da arte.
Nesse destino, este Pequeno Livro deixa meus suspiros e minha pulsação, como mais que meros sinais vitais. Não tem o intuito de ser nacionalmente reconhecido e nem abrir portas para a cadeira dos eternos escritores nacionais. Este livreto visa preservar, como um precioso baú, algumas jóias pessoais conquistadas e cuidadas por meu viver. Estão cravados aqui meus passos interiores, pontos-de-vista refletidos e transformados pelo tempo. Porém, não passivos ou em função e muito menos absolutos e perfeitos. Mas sim como um ser que leva, como os traços do Pai, nas suas criações sua imagem e semelhança.
Acredito que podemos em nossas essências, unir e compartilhar absolutamente os conceitos adquiridos neste plano como um todo universal de personalidades e vivências.
Pois, assim como se fez História de rabiscos em cavernas até mensagens enviadas ao espaço sideral, desta forma aqui manterei queimando minha chama da personalidade na realidade material, vencendo as margens do espaço e tempo.
Desta forma procuro aqui preservar alguns indícios de meu legado vital, através da arte.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
Renascente
Como é bom novamente
Ver meus versos se formando no destino
Novamente, ressurgindo
Ante a tinta e o papel
Expontânea e fulgaz
As palavras frente aos versos
Se destacam entre si
Da fonética ao tracejo
Bate novamente um coração transcrito nos poemas
Como os traços certos
Dum eletrocardiograma
Formando às márgens do papel
Alterando a força e tamanho
Das formosas letras e palavras
Ante a pulsação sináptica
Com o princípio da Vida
29/10/2008
Ver meus versos se formando no destino
Novamente, ressurgindo
Ante a tinta e o papel
Expontânea e fulgaz
As palavras frente aos versos
Se destacam entre si
Da fonética ao tracejo
Bate novamente um coração transcrito nos poemas
Como os traços certos
Dum eletrocardiograma
Formando às márgens do papel
Alterando a força e tamanho
Das formosas letras e palavras
Ante a pulsação sináptica
Com o princípio da Vida
29/10/2008
Levando a Vida
Eu segui
Solto na cidade
Pela beira da rua
Pensando em soluções para as incógnitas da vida
Caminhando na calçada
Na seqüência das pegadas
Desviando pedestres
Contornando os obstáculos sob o sol do meio-dia
Procurei em outras faces
Sobre a enxurrada de olhares
Os dois olhos castanhos que perdi
Que um dia se prendeu nos meus
Me deixou, no chão
Nos sonhos construídos
Nas metas traçadas, não perco meu rumo - me levanto
Se foi, se afastou de mim
No entanto, sinto viva a força
Dos belos momentos, felizes e plenos
Eu sigo, me componho
E me vigoro
Amando a vida
Brotando Amor e Força
Levando a vida
29/10/2008
Solto na cidade
Pela beira da rua
Pensando em soluções para as incógnitas da vida
Caminhando na calçada
Na seqüência das pegadas
Desviando pedestres
Contornando os obstáculos sob o sol do meio-dia
Procurei em outras faces
Sobre a enxurrada de olhares
Os dois olhos castanhos que perdi
Que um dia se prendeu nos meus
Me deixou, no chão
Nos sonhos construídos
Nas metas traçadas, não perco meu rumo - me levanto
Se foi, se afastou de mim
No entanto, sinto viva a força
Dos belos momentos, felizes e plenos
Eu sigo, me componho
E me vigoro
Amando a vida
Brotando Amor e Força
Levando a vida
29/10/2008
Momento
Em que escrevo
Em que confio
Em que desprendo
E aprendo
Aprendo-me no tempo
Compreendo a rota dos ventos
Levo junto a mim
Os pedaços de um passado
Momentos que se foram
Quantas emoções
Tantos carinhos
Forte paixão
Não voltam mais
05/10/2008
Em que confio
Em que desprendo
E aprendo
Aprendo-me no tempo
Compreendo a rota dos ventos
Levo junto a mim
Os pedaços de um passado
Momentos que se foram
Quantas emoções
Tantos carinhos
Forte paixão
Não voltam mais
05/10/2008
sábado, 8 de novembro de 2008
Stock Man
Estrada de fogo
Ronco do motor
Câmbio e ignição
Traduzindo emoções
Os pedais e a destreza
Atam a fome de correr
Rasgando o ar - decolando
Com o olhar na rota corre velozmente
Pistões em movimento
Explosões do combustível
Brado - sincronia V8
Se expressam em fúria
Traçando sinuosas curvas
À linha de chegada
Bandeira em movimento
Conquistando a vitória
Alcançando o topo do pódium!
22/09/2008
Ronco do motor
Câmbio e ignição
Traduzindo emoções
Os pedais e a destreza
Atam a fome de correr
Rasgando o ar - decolando
Com o olhar na rota corre velozmente
Pistões em movimento
Explosões do combustível
Brado - sincronia V8
Se expressam em fúria
Traçando sinuosas curvas
À linha de chegada
Bandeira em movimento
Conquistando a vitória
Alcançando o topo do pódium!
22/09/2008
A Trilha
O céu da manhã se faz no novo dia
Na grama o orvalho, natureza em harmonia
Vamos seguir levando a saudade na bagagem
Pela rota certa do ser que se foi, seguiu em frente
Assim como o arco-íris surge por liberdade
Nossos passos movem céus, buscando nas curvas dos tempos
Vencendo obstáculos, escalando o futuro
Por sinais do passado, a trilha certa
Nas nascentes dos Planaltos
Entre o céu e as águas
Se do caminho se perder ou nele um dia tropeçar
Ou se o bote numa forte correnteza se virar
Não deixe de se levantar e prosseguir, no novo dia
Como segue um rio, criando sua própria sina
De encontro à mata
Entre os céus e as águas
Revelando as poesias
Nas nascentes dos planaltos
28/04/2008
Na grama o orvalho, natureza em harmonia
Vamos seguir levando a saudade na bagagem
Pela rota certa do ser que se foi, seguiu em frente
Assim como o arco-íris surge por liberdade
Nossos passos movem céus, buscando nas curvas dos tempos
Vencendo obstáculos, escalando o futuro
Por sinais do passado, a trilha certa
Nas nascentes dos Planaltos
Entre o céu e as águas
Se do caminho se perder ou nele um dia tropeçar
Ou se o bote numa forte correnteza se virar
Não deixe de se levantar e prosseguir, no novo dia
Como segue um rio, criando sua própria sina
De encontro à mata
Entre os céus e as águas
Revelando as poesias
Nas nascentes dos planaltos
28/04/2008
Rosa Flor
Teu brilho me encanta junto ao suave tom da tua sedosa e doce superfície.
Leve alma perfumada, regada ao banho das manhãs de serrações nos tons das estações.
Formosa deusa dos jardins,
Inoperante sobre os realces da natureza,
Traço feminino e forte dos campos realis.
Das pétalas reforça seu destino e atrai (como sua sina) seus amores.
Rainha das Flores. 21/12/2007
Leve alma perfumada, regada ao banho das manhãs de serrações nos tons das estações.
Formosa deusa dos jardins,
Inoperante sobre os realces da natureza,
Traço feminino e forte dos campos realis.
Das pétalas reforça seu destino e atrai (como sua sina) seus amores.
Rainha das Flores. 21/12/2007
Bipolaridade
Sobre a rota antagonista
Colinérgicos rochosos
Se esconde o horizonte
Ante os pontos cardeais
As vitórias e conquistas
De desejos prazerosos
Reguardados nestas fontes
Como as pérolas entre o mar
Na essência do universo
Colinérgicos rochosos
Se esconde o horizonte
Ante os pontos cardeais
As vitórias e conquistas
De desejos prazerosos
Reguardados nestas fontes
Como as pérolas entre o mar
Na essência do universo
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Guguerzando
Eu sou o cara tão fodido,
Eu sou o cara animal.
Sou o cara dos teus sonhos,
que pode te saciar,
Então venha me amar,
venha me dar prazer,
Pois eu te quero gata.
Vem me dar,
e receber prazer.
Eu te sirvo com calor,
vou te beijar,
até secarem os teus lábios,
te levar nas alturas, sentir teu corpo suspirar...
...e de amor, enfim, te conquistar.
Eu sou o cara animal.
Sou o cara dos teus sonhos,
que pode te saciar,
Então venha me amar,
venha me dar prazer,
Pois eu te quero gata.
Vem me dar,
e receber prazer.
Eu te sirvo com calor,
vou te beijar,
até secarem os teus lábios,
te levar nas alturas, sentir teu corpo suspirar...
...e de amor, enfim, te conquistar.
Pureza intensa
Otimismo toda hora, oceano em construção
Numa vida leviana brada a voz do coração
Como os verbos se conjugam eu me faço por você
Surgem sonhos todo instante em loucura e lucidez
Ah, como um grito de dor atirado à solidão
Entre vales e montanhas ressoado em canção
Onde os rios nascem, como o vento sopra
Estarei na pureza intensa
Nossos sonhos e conquistas seguem firmes nos seus trilhos
Entre os raios do horizonte, nos extremos cardeais
Como o dia e a noite em um beijo da manhã
São unidos na essência, na pureza intensa
Numa vida leviana brada a voz do coração
Como os verbos se conjugam eu me faço por você
Surgem sonhos todo instante em loucura e lucidez
Ah, como um grito de dor atirado à solidão
Entre vales e montanhas ressoado em canção
Onde os rios nascem, como o vento sopra
Estarei na pureza intensa
Nossos sonhos e conquistas seguem firmes nos seus trilhos
Entre os raios do horizonte, nos extremos cardeais
Como o dia e a noite em um beijo da manhã
São unidos na essência, na pureza intensa
terça-feira, 4 de novembro de 2008
À Jovem Nêmesis
Lá no alto está dançando a bela estrela ariana
Sob o palco universal que é regida ao balé astral
Das propagações etéreas de harmonia surreal
Venerada por mil astros nebulosos e planetas
Seus raios tão flamejantes pelo espaço sideral
Ousam mesmo despojar o destino de cometas
Em razão da sua órbita, os trançando nessa gama
Labirinto desejado, logaritmo cabal
Ó, estrela fabulosa – fantasia dos amantes
Chovem meteoros celebrando sua onipresença
Notas que um adágio astronauta plena aos olhos seus?!
Bem remotos, entre os signos eternos se entrelaça
Damos nomes às constelações que cruzam-se nos céus
“Qual será o nosso nome nas estrelas mais distantes?”
03/12/2006.
Sob o palco universal que é regida ao balé astral
Das propagações etéreas de harmonia surreal
Venerada por mil astros nebulosos e planetas
Seus raios tão flamejantes pelo espaço sideral
Ousam mesmo despojar o destino de cometas
Em razão da sua órbita, os trançando nessa gama
Labirinto desejado, logaritmo cabal
Ó, estrela fabulosa – fantasia dos amantes
Chovem meteoros celebrando sua onipresença
Notas que um adágio astronauta plena aos olhos seus?!
Bem remotos, entre os signos eternos se entrelaça
Damos nomes às constelações que cruzam-se nos céus
“Qual será o nosso nome nas estrelas mais distantes?”
03/12/2006.
Faz Tanto Tempo
Preparei-me bem pra te encontrar
Buscar de novo o que deixei pra trás
Fugindo dos meus passos conformados
Entorpecendo minha vida de sabores momentâneos
Foi há tanto tempo
Que te abracei, cada detalhe observei
Eu degustei: os teus sabores perimentei
Então, num estalo, tudo acabou
Daí então passei meus dias
Como um livro aberto ao léu
Folheado bruscamente até o final dos contos
Derrepente os sonhos e desejos
Despertou o meu provar
Eu vou provar, vou provar
Vou buscar o que deixei pra trás
06/01/2006
Buscar de novo o que deixei pra trás
Fugindo dos meus passos conformados
Entorpecendo minha vida de sabores momentâneos
Foi há tanto tempo
Que te abracei, cada detalhe observei
Eu degustei: os teus sabores perimentei
Então, num estalo, tudo acabou
Daí então passei meus dias
Como um livro aberto ao léu
Folheado bruscamente até o final dos contos
Derrepente os sonhos e desejos
Despertou o meu provar
Eu vou provar, vou provar
Vou buscar o que deixei pra trás
06/01/2006
É de Maravilhas
Desde infante o ser já percebe que é
Entre trevas e maravilhas que o mundo vive
Correndo atrás de todos os brilhos
Picos jamais imaginados – foram sendo parte
Vozes a mais sentidas levam à belas reservas
E todos os paraísos se entrelaçam na liberdade
Criando e tomando como parte do corpo de Deus
Mastros, ecos de sua vida. Lugar onde a paz
E a reluta se juntam constantemente
Ah, se pudesse teria tudo e daria tudo pela paz
E como se pudesse transformar suas mãos
E como se quisesse beijar os céus
Fora agarrado pelas artérias, baço e pulsação
Numa vida heróica e desbravada
Com os pés inchados, reação carnal
E seus olhos entreabertos (unipresente)
Se entregou no inconsciente
Mas não por fraqueza ou demenção
E sim pelo brilho mais forte e radiante
A força do foco divino
E numa última oração, deixou-se.
Esteja ao lado de Cristo e Deus, meu Primo
09/04/2005.
Entre trevas e maravilhas que o mundo vive
Correndo atrás de todos os brilhos
Picos jamais imaginados – foram sendo parte
Vozes a mais sentidas levam à belas reservas
E todos os paraísos se entrelaçam na liberdade
Criando e tomando como parte do corpo de Deus
Mastros, ecos de sua vida. Lugar onde a paz
E a reluta se juntam constantemente
Ah, se pudesse teria tudo e daria tudo pela paz
E como se pudesse transformar suas mãos
E como se quisesse beijar os céus
Fora agarrado pelas artérias, baço e pulsação
Numa vida heróica e desbravada
Com os pés inchados, reação carnal
E seus olhos entreabertos (unipresente)
Se entregou no inconsciente
Mas não por fraqueza ou demenção
E sim pelo brilho mais forte e radiante
A força do foco divino
E numa última oração, deixou-se.
Esteja ao lado de Cristo e Deus, meu Primo
09/04/2005.
O Gladiador
As pessoas escolhem ser Deus ou o Diabo
Evocam a voz ou o silêncio
E por trás destas roupagens (matar ou ser morto)
E quem vai nestas linhagens
Os opostos se atraem
Sentimentos(nos sentidos da cabeça)
Lutar pela paz
Histórias em romances reativos
Ecoa na eternidade
O gozo e o repúdio
Com vozes de desejos relativos
Ecoa na eternidade
O farto e o escasso
Direcionando a mais pura criatura
Que, sendo cega, engole os possíveis gestos
Ao destino d’onde os passos acolherem
A colheita está no auto-corte, sangrando a tatuagem
Dos invernos bem gelados aos verões ensolarados
Sempre há contra quem lutar, pela honra
Mudam fatos, formam trilhos de desejos inatos
Pela glória, pois no caos se faz a ordem
Mas são tantos desejos tropeçando e resultando
Que o enfante não passava de um mesmo infante
Que se esconde por trás das rugas e cabelo grisalho
Num criado gladiador de sofrimento
Resultando em fracto, como as curvas duma concha
Levada pelas ondas dos oceanos
O amor se prende nos traumas e conceitos
Cujos mesmos são espelhos da vontade de ser.
10/10/2005
Evocam a voz ou o silêncio
E por trás destas roupagens (matar ou ser morto)
E quem vai nestas linhagens
Os opostos se atraem
Sentimentos(nos sentidos da cabeça)
Lutar pela paz
Histórias em romances reativos
Ecoa na eternidade
O gozo e o repúdio
Com vozes de desejos relativos
Ecoa na eternidade
O farto e o escasso
Direcionando a mais pura criatura
Que, sendo cega, engole os possíveis gestos
Ao destino d’onde os passos acolherem
A colheita está no auto-corte, sangrando a tatuagem
Dos invernos bem gelados aos verões ensolarados
Sempre há contra quem lutar, pela honra
Mudam fatos, formam trilhos de desejos inatos
Pela glória, pois no caos se faz a ordem
Mas são tantos desejos tropeçando e resultando
Que o enfante não passava de um mesmo infante
Que se esconde por trás das rugas e cabelo grisalho
Num criado gladiador de sofrimento
Resultando em fracto, como as curvas duma concha
Levada pelas ondas dos oceanos
O amor se prende nos traumas e conceitos
Cujos mesmos são espelhos da vontade de ser.
10/10/2005
O Dia em Que a Terra Caiu
Se abaixou, levantou e bateu
Bateu com a cabeça no globo
Se agachou, desviou mas bateu
Bateu a cabeça no globo
Se rebaixou, humilhou e caiu
Caiu o mundo na cabeça
E nevou, e suou, e nevou, e suou
Até o chão cobrir de pó do vazamento
O mesmo pó que desperta a vida de desejos.
06/07/2004.
Bateu com a cabeça no globo
Se agachou, desviou mas bateu
Bateu a cabeça no globo
Se rebaixou, humilhou e caiu
Caiu o mundo na cabeça
E nevou, e suou, e nevou, e suou
Até o chão cobrir de pó do vazamento
O mesmo pó que desperta a vida de desejos.
06/07/2004.
Do Bocejo da Boêmia
Traçando sinuosos trajes, cantam
Vibrando em quer ruído mal amado
Vingança pelo tempo outorgado
Dão, são no quarto, tragam, sorvam, gastam
Tão certos que nem mesmo se contestam
Vangloria a tal compasso conservado
Vagando em pleno úmido gelado
Traduz dolências que medos formatam
Exuberância tão oportunista
Nos gestos e desejos operantes
Fitados, nectados, vícios ciclos
Realizam-se em ritos renovantes
Pra, em suma, adormecer em reciclo
És quão desenhos, feixes desta pista
17/03/2004
Vibrando em quer ruído mal amado
Vingança pelo tempo outorgado
Dão, são no quarto, tragam, sorvam, gastam
Tão certos que nem mesmo se contestam
Vangloria a tal compasso conservado
Vagando em pleno úmido gelado
Traduz dolências que medos formatam
Exuberância tão oportunista
Nos gestos e desejos operantes
Fitados, nectados, vícios ciclos
Realizam-se em ritos renovantes
Pra, em suma, adormecer em reciclo
És quão desenhos, feixes desta pista
17/03/2004
Onde o Erro Está!?!
O erro está na porta do prazer
Deixando a proibição ao lado com a vida
“And this gate walk for an way, everything”
O erro está em não amar
Provendo a própria prefência
Ou combatendo sem estar em direção ao Buraco-Negro
O erro está no fracasso e em derrotar
Lutando por um podium numa vida desgastante
No alto chovem flechas, sacrifícios, traumas ou vinganças
O erro está em não matar
Todo o ser vivo, o planeta, outros simples cluentes
São providos, seja o sopro, seja o broto ou o rosto
Porém, na pirâmide, hoje quebrada, a libra natural acontecia
O erro está na construção do futuro e do passado
Está na contenção das bombas atômicas
Na imagem do andarilho, do mendigo ou do falido
Será que o erro está nos meios de comunicação?!
Ou no sistema “humânus”?!
Ousando fatos sociais, remendando a bolsa de valores
Trabalhando em clero no desejar das vozes
O erro está em não saber, em não lembrar
O erro está em acertar!
09/11/2005.
Deixando a proibição ao lado com a vida
“And this gate walk for an way, everything”
O erro está em não amar
Provendo a própria prefência
Ou combatendo sem estar em direção ao Buraco-Negro
O erro está no fracasso e em derrotar
Lutando por um podium numa vida desgastante
No alto chovem flechas, sacrifícios, traumas ou vinganças
O erro está em não matar
Todo o ser vivo, o planeta, outros simples cluentes
São providos, seja o sopro, seja o broto ou o rosto
Porém, na pirâmide, hoje quebrada, a libra natural acontecia
O erro está na construção do futuro e do passado
Está na contenção das bombas atômicas
Na imagem do andarilho, do mendigo ou do falido
Será que o erro está nos meios de comunicação?!
Ou no sistema “humânus”?!
Ousando fatos sociais, remendando a bolsa de valores
Trabalhando em clero no desejar das vozes
O erro está em não saber, em não lembrar
O erro está em acertar!
09/11/2005.
Domínio essente
Assim como o pássaro faz de sua vida uma canção
O peixe nada com perfeição
Nós, Homo sapiens
Temos o dever de expressar osso dom natural
O dom de “Pensar”.
O peixe nada com perfeição
Nós, Homo sapiens
Temos o dever de expressar osso dom natural
O dom de “Pensar”.
Dentistas Pósteros
Em seu consultório, perfeitamente preparado
Com seus devidos equipamentos, limpos e estéreis
Reclamando em tons e notas mal-cuidadas
Mais um paciente entra
Inicia-se a sessão
Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
Finalmente os dentes são restaurados
Nem sinal de cáries ou gengivites
O que se vê agora é uma obra terminada
Um último sorriso de adeus.
Mais uma boca feliz!
Todo o dentista que se preza
Toma todas as providências
Sana qualquer irregularidade
Tem até alguns que são pósteros
Fazendo sua última conclusão:
“Se o esmalte protege os dentes
Provavelmente as palavras não os perturbarão”
18/05/2006.
Com seus devidos equipamentos, limpos e estéreis
Reclamando em tons e notas mal-cuidadas
Mais um paciente entra
Inicia-se a sessão
Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
Finalmente os dentes são restaurados
Nem sinal de cáries ou gengivites
O que se vê agora é uma obra terminada
Um último sorriso de adeus.
Mais uma boca feliz!
Todo o dentista que se preza
Toma todas as providências
Sana qualquer irregularidade
Tem até alguns que são pósteros
Fazendo sua última conclusão:
“Se o esmalte protege os dentes
Provavelmente as palavras não os perturbarão”
18/05/2006.
Amo
Amo-lhe
Esta inapreciável saudação
Vesti
Em meu rosto estampado
O suor emira à ti
Minha entranha agonia
Estupra-la, comendo os cientes
Fora eu
Agora (sabes) por um, teu transtorno
Arrependes
Apesar de, por mim, receber arrogância
Gonaturgia sentirei, entranse em transe
Para, então saber se é de ti
Que hei de receber
O eterno e
Bem passado
Amor.
04/10/2003.
Esta inapreciável saudação
Vesti
Em meu rosto estampado
O suor emira à ti
Minha entranha agonia
Estupra-la, comendo os cientes
Fora eu
Agora (sabes) por um, teu transtorno
Arrependes
Apesar de, por mim, receber arrogância
Gonaturgia sentirei, entranse em transe
Para, então saber se é de ti
Que hei de receber
O eterno e
Bem passado
Amor.
04/10/2003.
Tecnocracia
A oligarquia sobre a Terra será eletrônica
Seres serão mesmo extraterrestres
Poucas vozes no domínio destes
E todos dominarão a máquina humana
Tudo projetado para ocorrer como o programado
O criador será criado pela criatura
Será que o será já era?
O poder sobre a linha do tempo
Ouviu falar sobre a Relatividade.
Dentro da tecnocracia
Todo raciocínio ocorre como desejado,
Trocando homem por “húmus sápiens”.
Pouco oxigênio no cérebro...
Necessidade de combustível,
Traumas;
Problemas psicológicos...
Fetiches,
Problemas sociais...
Deficiências...,
Arreios normais!
11/09/2003.
Seres serão mesmo extraterrestres
Poucas vozes no domínio destes
E todos dominarão a máquina humana
Tudo projetado para ocorrer como o programado
O criador será criado pela criatura
Será que o será já era?
O poder sobre a linha do tempo
Ouviu falar sobre a Relatividade.
Dentro da tecnocracia
Todo raciocínio ocorre como desejado,
Trocando homem por “húmus sápiens”.
Pouco oxigênio no cérebro...
Necessidade de combustível,
Traumas;
Problemas psicológicos...
Fetiches,
Problemas sociais...
Deficiências...,
Arreios normais!
11/09/2003.
Simples Cluente
Uma pequena formiga
Desceu para o fundo da pia
Uma pequena formiga
Desviando desejos a mais
Sustentada pelo intento
Para o escuro abrangente
Levemente e sem trauma
A torneira, entreaberta, a levou, vicissiosa
Uma gota caiu, irrigando o real duma viva formiga
Transformou para o fundo
Deslizou pelo mundo
Dessentida, com os membros descalços
Na corrente espalhante o reflexo aplaudiu
Sem medos ou fatos marcantes
Desistiu, suprimiu, provida de romances
Uma alta notável
Para o fundo do ralo(arte humana/ arte divina)
Em “seus” fatos reais.
05/07/2005.
Desceu para o fundo da pia
Uma pequena formiga
Desviando desejos a mais
Sustentada pelo intento
Para o escuro abrangente
Levemente e sem trauma
A torneira, entreaberta, a levou, vicissiosa
Uma gota caiu, irrigando o real duma viva formiga
Transformou para o fundo
Deslizou pelo mundo
Dessentida, com os membros descalços
Na corrente espalhante o reflexo aplaudiu
Sem medos ou fatos marcantes
Desistiu, suprimiu, provida de romances
Uma alta notável
Para o fundo do ralo(arte humana/ arte divina)
Em “seus” fatos reais.
05/07/2005.
Deus de Tudo
Tua força e vontade é provada a cada dia
Não confunda,
Deus dos Tempos, meus irmãos
Comigo em uno
Eu te peço entr’erros pela perspicácia que me guie
Mas, se por falha minha tu desejas castigar-me
Eu lhe imploro e lhe suplico que protejas minha amada
Pra que pague meus pecados sem sofrer quem não merece
Porque se tu, Deus de Tudo, reconhece tua cria
Tu entendes qu’esta Flor no Éden, estar, mereceria
Não confunda,
Deus dos Tempos, meus irmãos
Comigo em uno
Eu te peço entr’erros pela perspicácia que me guie
Mas, se por falha minha tu desejas castigar-me
Eu lhe imploro e lhe suplico que protejas minha amada
Pra que pague meus pecados sem sofrer quem não merece
Porque se tu, Deus de Tudo, reconhece tua cria
Tu entendes qu’esta Flor no Éden, estar, mereceria
Adárduo
Viajante gralha azul
Que no jardim veio parar
Passou por campos tão distantes
Veio ficar no Paraná
Cruzou as vias mais bonitas
Deixou cantando o sabiá
Quando encontrou nossas fronteiras
Teve que a vida transformar
Plantou um grão nestes planaltos
Defendeu seu território
Ecoou seu canto aos ventos
E fez do mundo seu freguês
Se espelhou nas araucárias
Desde o topo até a raiz
Viu que aqui a terra é forte
Coisa que ele sempre quis
Das Corredeiras do Saran Grande
Às Nascentes do Rio Jangada
Desde Foz do Ararapira
Às Barrancas do Rio Paraná.
08/11/2003.
A Brisa Serena
Fecho os olhos, suavemente
Debruçando-me nas fontes da imaginação
Nelas, os fatos refluem em órbitas
Contornando o véu dos tempos
Visando paisagens, formando terras virgens
Num suspiro inconsciente
Lugares ainda não ligados ao real
Mergulhados em constantes sonhos
Nos caminhos da imaginação
Criando horizontes ao lado do ser Uno
E após os nervos visuais se despertarem
Que possa transmitir a voz deste criador
Brotando atos
Formando amores
Neste mundo consumado
Nesta vida real.
05/12/2005.
Debruçando-me nas fontes da imaginação
Nelas, os fatos refluem em órbitas
Contornando o véu dos tempos
Visando paisagens, formando terras virgens
Num suspiro inconsciente
Lugares ainda não ligados ao real
Mergulhados em constantes sonhos
Nos caminhos da imaginação
Criando horizontes ao lado do ser Uno
E após os nervos visuais se despertarem
Que possa transmitir a voz deste criador
Brotando atos
Formando amores
Neste mundo consumado
Nesta vida real.
05/12/2005.
Viagens de Um Dia Sem Destino
Correndo Velozmente entre o túnel e o desejo
Costurando em contra-mão, noite clara dos faróis
Em pés-de-guerra com o freio não consola e ao outro agarra
Mas, antes disso o susto já passou erroneamente
Os traços e bagaços nos impedem de sorrir
Casas não; sobrados, prédios e apartamentos
Numa vista magnífica onde o céu é azul, e
A brisa corremente, corremente, corre e corre
Os ventos levam prédios a balançar
De um lado para o outro, prestes a desabar
E ao meio, uma casa sem cercado
Habita gente, entre os prédios
Aos passos do resgate os prédios passam a demolir
E os ventos me recua obrigando-me a fugir
A solidão em desespero resolve olhar para trás
E o susto numa enorme onda vem a me buscar
Carregado pela incerteza enorme e bruscamente
Levando-me de encontro com o espelho, sem perdão
Momento em que deixo-me levar pela respiração
25/06/2004.
Costurando em contra-mão, noite clara dos faróis
Em pés-de-guerra com o freio não consola e ao outro agarra
Mas, antes disso o susto já passou erroneamente
Os traços e bagaços nos impedem de sorrir
Casas não; sobrados, prédios e apartamentos
Numa vista magnífica onde o céu é azul, e
A brisa corremente, corremente, corre e corre
Os ventos levam prédios a balançar
De um lado para o outro, prestes a desabar
E ao meio, uma casa sem cercado
Habita gente, entre os prédios
Aos passos do resgate os prédios passam a demolir
E os ventos me recua obrigando-me a fugir
A solidão em desespero resolve olhar para trás
E o susto numa enorme onda vem a me buscar
Carregado pela incerteza enorme e bruscamente
Levando-me de encontro com o espelho, sem perdão
Momento em que deixo-me levar pela respiração
25/06/2004.
Rede Sináptica
Relatividade
Realidade
Raridade
Raiva de
Vaidade
Cidade
Idade
Ide
Qual é o sentido de sentir
Feliz, triste.Amargo, doce
A dor, ardência. A cócega, o afeto.
Sentimentos, sensações e pensamentos
Expressadas na raiz do ego.
30/08/2005
Realidade
Raridade
Raiva de
Vaidade
Cidade
Idade
Ide
Qual é o sentido de sentir
Feliz, triste.Amargo, doce
A dor, ardência. A cócega, o afeto.
Sentimentos, sensações e pensamentos
Expressadas na raiz do ego.
30/08/2005
Presteza
Epopéias biótopas nazarenas
Carbonato de cálcio nas palavras
Comportamento óptico convergente
Analogia argumentativa irrelevante
Avante
A classe ritualística de primórdios exemplares bramidos contra o reproche
Júlio e Francisco
Conglomeram nas artérias
Concordância de herança átona
Exemato meatomente auto motriz
O giro de uma esfera
A quebra de um átomo
A freqüência linear elástica
O astro fluorescente
"To realize the actual "
Dilatação anômala da água
Clave ambivalente
Fluído empuxado tangente ascendentemente
Resposta do sistema é impossível
Sujeito determinante
02/02/2004
Carbonato de cálcio nas palavras
Comportamento óptico convergente
Analogia argumentativa irrelevante
Avante
A classe ritualística de primórdios exemplares bramidos contra o reproche
Júlio e Francisco
Conglomeram nas artérias
Concordância de herança átona
Exemato meatomente auto motriz
O giro de uma esfera
A quebra de um átomo
A freqüência linear elástica
O astro fluorescente
"To realize the actual "
Dilatação anômala da água
Clave ambivalente
Fluído empuxado tangente ascendentemente
Resposta do sistema é impossível
Sujeito determinante
02/02/2004
Autoá – O Natal Brasiliano
Quando pequeno ouvi falar dum tal Papai Noel.
A princípio sem tal compreensão pensei no Papai do Céu.
Mas o dadivei ao saber que se fossemos bons durante o ano,
Ao final do mesmo, nos recompensaria com jogos, metais e panos.
Diziam ser, ele um velhinho gordo, de barba branca e agasalho vermelho.
Um trenó puxado por renas ou veados vinha do Alasca, frio brando.
Carregava (veja bem) em suas costas um saco grande vermelho
Nele ficam nossos presentes, entre eles nosso céu anil e branco.
Para receber tal gratidão, enfeitamos na sala uns pinheiros artificiais.
Não araucárias, árvores de plástico enfeitadas por imagens.
Objetos em vermelho e branco ocupando o recinto
À meia noite soltamos foguetes para festejar o momento
Dizem que o velhinho entra por uma chaminé.
Chamo aquilo de uma churrasqueira no meio duma sala grande
Ele deixa todos os presentes em baixo do pinheiro.
E pelas casas, luzes piscam simbolizando o céu (de inverno) no norte
Foi aí que eu não pude mais engolir tal desavença
Então criei outro do meu modo:
Ele é um médico que anda de bicicleta na cidade
Pelas ruas somente de sunga navega o Homem Óleo
Sua sunga varia de cores e tons carnavalescos
Ele tem um rabo fino de cavalo até os ombros
Sua cor é bem bronzeada, digamos, em tom indígena
Ele vêm do paraíso de Tomas Mórus ,
Trazendo de lá energia positiva para o povo
Em seu dia ,anda dentro dos encanamentos do país
Transformando matéria prima em produto
..............................................................................................
Onde já se viu no Brasil uma casa popular
Com uma chaminé na sala?! Mas, no entanto
Em qualquer casa do Brasil pode ser encontrado
Um vaso sanitário, de bares a centro de compras
O presente, material orgânico transformado
Alimentos de seu dia a dia; utilizados pelo organismo
Une o ser ao mundo semeado e colhido
Não tem nada de saco vermelho sendo carregado
Por aí que ele entra nas casas
Sem frescura, sem riqueza material
Assim como nos barracos brasileiros
Nas casas encontram-se, Talvez humildes
Sempre com o toque brasileiro, coqueiros e araucárias
Enfeitadas com flores, pinhões, coquinhos
Tudo dentro do clima tropical do Brasil
Este dia, que se chama Autoá
Pode ser apenas uma utopia, digamos, tanto satírica para quem lê a primeira vista,
Mas se perceber a realidade “natal”
Faz sentido
01/10/2003.
A princípio sem tal compreensão pensei no Papai do Céu.
Mas o dadivei ao saber que se fossemos bons durante o ano,
Ao final do mesmo, nos recompensaria com jogos, metais e panos.
Diziam ser, ele um velhinho gordo, de barba branca e agasalho vermelho.
Um trenó puxado por renas ou veados vinha do Alasca, frio brando.
Carregava (veja bem) em suas costas um saco grande vermelho
Nele ficam nossos presentes, entre eles nosso céu anil e branco.
Para receber tal gratidão, enfeitamos na sala uns pinheiros artificiais.
Não araucárias, árvores de plástico enfeitadas por imagens.
Objetos em vermelho e branco ocupando o recinto
À meia noite soltamos foguetes para festejar o momento
Dizem que o velhinho entra por uma chaminé.
Chamo aquilo de uma churrasqueira no meio duma sala grande
Ele deixa todos os presentes em baixo do pinheiro.
E pelas casas, luzes piscam simbolizando o céu (de inverno) no norte
Foi aí que eu não pude mais engolir tal desavença
Então criei outro do meu modo:
Ele é um médico que anda de bicicleta na cidade
Pelas ruas somente de sunga navega o Homem Óleo
Sua sunga varia de cores e tons carnavalescos
Ele tem um rabo fino de cavalo até os ombros
Sua cor é bem bronzeada, digamos, em tom indígena
Ele vêm do paraíso de Tomas Mórus ,
Trazendo de lá energia positiva para o povo
Em seu dia ,anda dentro dos encanamentos do país
Transformando matéria prima em produto
..............................................................................................
Onde já se viu no Brasil uma casa popular
Com uma chaminé na sala?! Mas, no entanto
Em qualquer casa do Brasil pode ser encontrado
Um vaso sanitário, de bares a centro de compras
O presente, material orgânico transformado
Alimentos de seu dia a dia; utilizados pelo organismo
Une o ser ao mundo semeado e colhido
Não tem nada de saco vermelho sendo carregado
Por aí que ele entra nas casas
Sem frescura, sem riqueza material
Assim como nos barracos brasileiros
Nas casas encontram-se, Talvez humildes
Sempre com o toque brasileiro, coqueiros e araucárias
Enfeitadas com flores, pinhões, coquinhos
Tudo dentro do clima tropical do Brasil
Este dia, que se chama Autoá
Pode ser apenas uma utopia, digamos, tanto satírica para quem lê a primeira vista,
Mas se perceber a realidade “natal”
Faz sentido
01/10/2003.
Deserto o Relógio do Tempo
Todos, como famintos de sede do deserto
Corremos de encontro com o tempo
Que como uma mira genética
Nos guia desesperadamente
Escondendo atrás de si
A evolução da ser.
02/10/2003
Corremos de encontro com o tempo
Que como uma mira genética
Nos guia desesperadamente
Escondendo atrás de si
A evolução da ser.
02/10/2003
Minha Erva
Em cada esquina
Os risco desfila
A bomba bumba
E a vida vive
Neurose Atribuídos
Neurônios esquecidos
Manhã em contrapartida
Digestão rápida
Vozes graduais
Um passo a fora
Aguçar os sentidos
Expressar os desejos
Buscar a perfeição
Sentir o coração
Agradar o estranho
Enlatar o medo
Bastar a interrogação
Subir ao cume da prisão
Enxergar um pixel
Sentir a gangrena
Voltar cada cena.
Do fim ao início:
"Memento homo, quia pulvis es, et in pulverem reverteris"
11/09/2003
Os risco desfila
A bomba bumba
E a vida vive
Neurose Atribuídos
Neurônios esquecidos
Manhã em contrapartida
Digestão rápida
Vozes graduais
Um passo a fora
Aguçar os sentidos
Expressar os desejos
Buscar a perfeição
Sentir o coração
Agradar o estranho
Enlatar o medo
Bastar a interrogação
Subir ao cume da prisão
Enxergar um pixel
Sentir a gangrena
Voltar cada cena.
Do fim ao início:
"Memento homo, quia pulvis es, et in pulverem reverteris"
11/09/2003
O Relaxo
O que é relaxo?
Resultado de uma alma insensata?
Arranhões de uma indesprendível liberdade?
Será a ânsia de telectualidade?
Ou apenas a fisionomia de um primata?!?
29/08/2003
Resultado de uma alma insensata?
Arranhões de uma indesprendível liberdade?
Será a ânsia de telectualidade?
Ou apenas a fisionomia de um primata?!?
29/08/2003
Meu violão
Meu violão, sinal de expressão. Com meu violão tenho afago em angústias. Quantos dias me serviu de escola no jardim.
O brilho do verniz em jacarandá só é especial em meu violão.
As cordas de náilon que abatem o peixe, em suas teias ascendentes como as de Foz.
E destas mesmas entrelaçam-se nos meus dedos.
Asfixiando-os e atando a fome de música.
Do meu violão sai de Egberto à Zappa, de Toquinho à Tárrega. Passa também por ele a Aquarela e a inerte liberdade.
O meu violão foi usado até como remo em desatolo.
Em meu violão você tem todos os sentidos.
A tristeza chega com o calor que desabrocha a paixão
Envolvendo o amor e chamando o ódio encarrilhado de tédio, terror e morte.
Mas o violão não é só isso, ele além de mão e braço, que me envolvem, tem boca, também,
E é esta, talvez a chave que seduz e que cria um laço comigo até o fim do tempo.
Canta para mim meu violão!!!
28/07/2003
O brilho do verniz em jacarandá só é especial em meu violão.
As cordas de náilon que abatem o peixe, em suas teias ascendentes como as de Foz.
E destas mesmas entrelaçam-se nos meus dedos.
Asfixiando-os e atando a fome de música.
Do meu violão sai de Egberto à Zappa, de Toquinho à Tárrega. Passa também por ele a Aquarela e a inerte liberdade.
O meu violão foi usado até como remo em desatolo.
Em meu violão você tem todos os sentidos.
A tristeza chega com o calor que desabrocha a paixão
Envolvendo o amor e chamando o ódio encarrilhado de tédio, terror e morte.
Mas o violão não é só isso, ele além de mão e braço, que me envolvem, tem boca, também,
E é esta, talvez a chave que seduz e que cria um laço comigo até o fim do tempo.
Canta para mim meu violão!!!
28/07/2003
Dedução
A matriz aberta
Só é aberta se
Alguém com algum
Fator correspondente
À liberdade sentir
Necessidade de
Agrupar alguns
Pensamentos
O arco-íris
Saiu por liberdade
Colorindo os céus
E os mares do tempo
Sente-se, sinta-se
Chame-me,vire-se
Xingue-se, chame-se
O pensamento é o olho da sensação e intuição
01/02/2004
Só é aberta se
Alguém com algum
Fator correspondente
À liberdade sentir
Necessidade de
Agrupar alguns
Pensamentos
O arco-íris
Saiu por liberdade
Colorindo os céus
E os mares do tempo
Sente-se, sinta-se
Chame-me,vire-se
Xingue-se, chame-se
O pensamento é o olho da sensação e intuição
01/02/2004
Organismo vivo
O sopro, a vida.
A palavra, o princípio.
Astrologia, - no Egito - o caminho.
Gaia, a grande mãe na Grécia.
Todos irmãos, em Roma.
A luz, a idéia
As letras, o progresso
Astronomia, o mais do infinito
Tecnologia, a nova mãe
Todos cidadãos, na Terra
Etapas únicas e picos périplos
A escolha do consciente
A idéia do existente
Do ser que escolheu
E do que já se foi
Cada qual é, no entanto
Buscando-se pelo futuro
Encontrando no passado
Mas sendo no momento o real passo e a cura para qualquer anormalidadee
O fluxo real na harmonia de libra
Eu é você, você é cada um e cada um sou eu.
Somos todos o que queremos ser
Partes d'um organismo,
Dividido e subdividido em fracto,
Buscando harmonia com outros (noutros) ao seu redor
Assim como Países ou Instrumentos
Cósmos.
Não nos esqueçamos que a busca da paz
vêm com o harmonia sobre o próximo(como células).
A tirania (vírus) nos afunda em abismos de vícios.
- Os olhos da mente é a voz do corpo astral.
13/12/2003
A palavra, o princípio.
Astrologia, - no Egito - o caminho.
Gaia, a grande mãe na Grécia.
Todos irmãos, em Roma.
A luz, a idéia
As letras, o progresso
Astronomia, o mais do infinito
Tecnologia, a nova mãe
Todos cidadãos, na Terra
Etapas únicas e picos périplos
A escolha do consciente
A idéia do existente
Do ser que escolheu
E do que já se foi
Cada qual é, no entanto
Buscando-se pelo futuro
Encontrando no passado
Mas sendo no momento o real passo e a cura para qualquer anormalidadee
O fluxo real na harmonia de libra
Eu é você, você é cada um e cada um sou eu.
Somos todos o que queremos ser
Partes d'um organismo,
Dividido e subdividido em fracto,
Buscando harmonia com outros (noutros) ao seu redor
Assim como Países ou Instrumentos
Cósmos.
Não nos esqueçamos que a busca da paz
vêm com o harmonia sobre o próximo(como células).
A tirania (vírus) nos afunda em abismos de vícios.
- Os olhos da mente é a voz do corpo astral.
13/12/2003
Como Outro “Eu”
Vou ficar com seu amor
Vou ficar com seu sabor
Mas passe noites em claro, para isto
Como eu
Em bares a fio mudei sem você
E, agora que livre tu vens me em ter
Fora determinada com tons de sofrer
Por você
Como posso não te acolher, se agora
Hoje sou como outro “eu”
Atrapalhe, espalhe e deixe de modéstia
Como uma esmola aquém quis
Somente com seus demônios
Ao fim, num quarto escuro
Entre, feche a porta e pode se sentar
Pois aqui “eu” estaria
Já não se encontra mais quem você um dia desses conheceu.
30/10/2003
Vou ficar com seu sabor
Mas passe noites em claro, para isto
Como eu
Em bares a fio mudei sem você
E, agora que livre tu vens me em ter
Fora determinada com tons de sofrer
Por você
Como posso não te acolher, se agora
Hoje sou como outro “eu”
Atrapalhe, espalhe e deixe de modéstia
Como uma esmola aquém quis
Somente com seus demônios
Ao fim, num quarto escuro
Entre, feche a porta e pode se sentar
Pois aqui “eu” estaria
Já não se encontra mais quem você um dia desses conheceu.
30/10/2003
Cicatriz
Esta, como outrora chamei de tragédia.
Está como muitas vezes ignorei, perfeita.
E se num dia qualquer, menosprezar novamente.
Lembrarei que somos filhos da imperfeição e da busca
Que é por esse dote que o mundo brilha
Sendo diferente
12/09/2003
Está como muitas vezes ignorei, perfeita.
E se num dia qualquer, menosprezar novamente.
Lembrarei que somos filhos da imperfeição e da busca
Que é por esse dote que o mundo brilha
Sendo diferente
12/09/2003
Período pré-intercambriano
Mundo sem registro
Marcas sem memória
Resquícios da raiz
Fonte do saber
Ávida paz
Aposto que quando um gosto
Toma parte de um preposto
Todas as regras ditas
Perdem foco para a vida
Que se faz na liberdade
29/08/2003
Marcas sem memória
Resquícios da raiz
Fonte do saber
Ávida paz
Aposto que quando um gosto
Toma parte de um preposto
Todas as regras ditas
Perdem foco para a vida
Que se faz na liberdade
29/08/2003
De Pés no Chão
De tempos em revolução
Uma criança hoje nasce neste seio
Sem ter como mudar o regime
Tendo que provar e se untar, como no ditado.
Brasil, berço dócil
Em desenvolvimento
Dos mais prestos pés aqui tocados
De imigrantes e putas a exilados pensadores e revolucionários
Tua hora está chegando
Na armadilha teu bote
Sobre os traços, em versos livres
Navegado ao léu
Ora com os pés no chão
Como os índios do Xingu
Passando o dia a colher sonhos
Por “Lá no céu”
Ou com os dedos armados, como homens frios
Conquistando o véu dos sonhos
Que “Vai Passar”
13/03/2004
Uma criança hoje nasce neste seio
Sem ter como mudar o regime
Tendo que provar e se untar, como no ditado.
Brasil, berço dócil
Em desenvolvimento
Dos mais prestos pés aqui tocados
De imigrantes e putas a exilados pensadores e revolucionários
Tua hora está chegando
Na armadilha teu bote
Sobre os traços, em versos livres
Navegado ao léu
Ora com os pés no chão
Como os índios do Xingu
Passando o dia a colher sonhos
Por “Lá no céu”
Ou com os dedos armados, como homens frios
Conquistando o véu dos sonhos
Que “Vai Passar”
13/03/2004
Documento para Minha Aura
Ultimamente tenho passado meus dias dizendo o que devia, mas não conseguindo o que pretendia.
Percebi, com isso, a inocência do mundo em que penso viver.
Somos seres formados por componentes da nossa vida que estão em nossa imaginação. Filosofias de vida, escolhidas e determinadas, apontando regras em se seguir por nossas vidas.
Somos auras livres para escolher nossa maneira de cultivar os dias, deixando a alma encarnar no universo e se formar no espírito de Deus.
01/08/2003
Percebi, com isso, a inocência do mundo em que penso viver.
Somos seres formados por componentes da nossa vida que estão em nossa imaginação. Filosofias de vida, escolhidas e determinadas, apontando regras em se seguir por nossas vidas.
Somos auras livres para escolher nossa maneira de cultivar os dias, deixando a alma encarnar no universo e se formar no espírito de Deus.
01/08/2003
Vaze logo dos meus campos (Vai-te tchê)
Vai-te tchê
Vaze logo dos meus campos
Vai-te tchê
Eu já te esgano se parar
Vai-te tchê
O meu lombo é nesta via
Vai-te tchê
Tu vai pastar noutro lugar
Eu não sei donde
Carro com essa placa branca
Chega, vem tomando conta
Com as notinhas para gastar
Esse negócio de ouvir meus sanfoneiros
É “nostra” praia forasteiro
Buenos Aires é pra lá
25/09/2003
Vaze logo dos meus campos
Vai-te tchê
Eu já te esgano se parar
Vai-te tchê
O meu lombo é nesta via
Vai-te tchê
Tu vai pastar noutro lugar
Eu não sei donde
Carro com essa placa branca
Chega, vem tomando conta
Com as notinhas para gastar
Esse negócio de ouvir meus sanfoneiros
É “nostra” praia forasteiro
Buenos Aires é pra lá
25/09/2003
Magnetismo do Amor
Se no inferno temos paz, vencendo o medo o que nos faz
Sentir desejo sempre mais são nossos sonhos a engrenar
Em cada passo que damos, seja andando ou correndo
Seja correto ou um erro sempre acabam vingando
Pois com a paz ladrilhamos aquela ponte de abismos
Com nossas mãos se juntando um novo ser vai formando
Entre montanhas e aterros vamos nos obedecendo
Se alimentando na casa do sol onde bem estamos
Pois cada pingo de dor na nossa rota a percorrer
Vão finalmente valer pela vontade em fazer
Em cada sangue escorrido a voz do sonho agindo
Em cada força de mudança a dor se faz em liderança
Olhando a sorte de perto eu simplesmente espero
Fechar os olhos no eterno e abrir a mente sem erro
Pra te sentir...
Velejando eternamente em nossa rota do amor.
Eu não sou como sou com você com mais ninguém
10/10/2002
Sentir desejo sempre mais são nossos sonhos a engrenar
Em cada passo que damos, seja andando ou correndo
Seja correto ou um erro sempre acabam vingando
Pois com a paz ladrilhamos aquela ponte de abismos
Com nossas mãos se juntando um novo ser vai formando
Entre montanhas e aterros vamos nos obedecendo
Se alimentando na casa do sol onde bem estamos
Pois cada pingo de dor na nossa rota a percorrer
Vão finalmente valer pela vontade em fazer
Em cada sangue escorrido a voz do sonho agindo
Em cada força de mudança a dor se faz em liderança
Olhando a sorte de perto eu simplesmente espero
Fechar os olhos no eterno e abrir a mente sem erro
Pra te sentir...
Velejando eternamente em nossa rota do amor.
Eu não sou como sou com você com mais ninguém
10/10/2002
Roque e Rol
Trememos de loucura por não termos o controle
Estamos satisfeitos em pregar a covardia
Atrás daquele espelho ainda existe a minha pátria
Final concretizado então tomemos mais um gole desta História
História em quadrinhos
História enforcada
Independência ou morte
Morte ou morte
Morte ou independência
Independência ou dependência
Qual é a História
História em quadrinhos
História enforcada
Verde e amarelo
Azul e branco
Qual é a língua
Qual país está falando
Qual é a História
História em quadrinhos
História enforcada
01/01/2002
Estamos satisfeitos em pregar a covardia
Atrás daquele espelho ainda existe a minha pátria
Final concretizado então tomemos mais um gole desta História
História em quadrinhos
História enforcada
Independência ou morte
Morte ou morte
Morte ou independência
Independência ou dependência
Qual é a História
História em quadrinhos
História enforcada
Verde e amarelo
Azul e branco
Qual é a língua
Qual país está falando
Qual é a História
História em quadrinhos
História enforcada
01/01/2002
Karma
A garganta que sangra, só lhe resta cantar
A minha raça ariana, só lhe falta cruzar
Ao meu padre querido, só lhe falta rezar
Ao seu podre poder, só lhe resta louvar
Aos meus braços atados, só lhe falta apodrecer
A este Deus que observa, só lhe resta aparecer
A toda a liberdade, só lhe resta existir
A este mundo perfeito, só lhe falta explodir
A criança que nasce, só lhe falta chorar
A um novo regime, só lhe resta negociar
A nossa toda esperança, só lhe resta sentar
Aos nossos antepassados, só lhe falta enterrar
Ao escárnio e as forças do mal, amém
12/08/2001
A minha raça ariana, só lhe falta cruzar
Ao meu padre querido, só lhe falta rezar
Ao seu podre poder, só lhe resta louvar
Aos meus braços atados, só lhe falta apodrecer
A este Deus que observa, só lhe resta aparecer
A toda a liberdade, só lhe resta existir
A este mundo perfeito, só lhe falta explodir
A criança que nasce, só lhe falta chorar
A um novo regime, só lhe resta negociar
A nossa toda esperança, só lhe resta sentar
Aos nossos antepassados, só lhe falta enterrar
Ao escárnio e as forças do mal, amém
12/08/2001
Praga
Arde em meu peito a vontade de gritar
Sentir seu sofrimento faz meu ódio agravar.
Sua vida sem sentido foi criada por um insano
E você não quer morrer, pois não sabe onde parar.
Sua alma é simplesmente o passo que vão dar
E seus olhos seguem a linha, pois não podem se fechar.
Em seu peito bate algo que se teme em parar
Pois sua sina é se cominar.
Seu silêncio chama por alguém
Com seu ódio lhe atacando
Ele vai se transformando
No temível "Frankstein".
Dentre suas vidas existia uma derrota
Entre a derrota se movia o seu pudor
Pisando pela vida a sua angustia toma conta
E o olhar de agonia se transforma em de atroz
O orgulho por seu mestre simplesmente apodrece
E a vergonha de expor sua coragem de viver
Passa a se ocultar dando lugar ao abater
Deixando todos neste mundo sem uma chance de viver.
05/05/2001
Sentir seu sofrimento faz meu ódio agravar.
Sua vida sem sentido foi criada por um insano
E você não quer morrer, pois não sabe onde parar.
Sua alma é simplesmente o passo que vão dar
E seus olhos seguem a linha, pois não podem se fechar.
Em seu peito bate algo que se teme em parar
Pois sua sina é se cominar.
Seu silêncio chama por alguém
Com seu ódio lhe atacando
Ele vai se transformando
No temível "Frankstein".
Dentre suas vidas existia uma derrota
Entre a derrota se movia o seu pudor
Pisando pela vida a sua angustia toma conta
E o olhar de agonia se transforma em de atroz
O orgulho por seu mestre simplesmente apodrece
E a vergonha de expor sua coragem de viver
Passa a se ocultar dando lugar ao abater
Deixando todos neste mundo sem uma chance de viver.
05/05/2001
Pé-de-vento
Se você compra um chicletes,você compra sem pensar
Tira o papel e enfia na garganta
Ele gruda nos seus dentes e você cospe num lugar
E ele gruda num pneu e ele passa pra calçada
E da calçada vai pra um tênis,vai pra frente de um bar
E fica lá uns meses até ele se acabar
Tudo tem uma vida,é só você perceber
Não é só porque não tem sangue que ele não vai viver
Eu dei o exemplo do chiclete pra você se espertar
Na verdade tudo isso é pra você se animar
Blusa nova M.2000, mais um na cova que sumiu
Tudo isso é uma prova de que o mundo evoluiu
Eu vi um dia na TV que o escritor escreveu
A vida de um papel que passou por seu quintal
25/04/1998
Tira o papel e enfia na garganta
Ele gruda nos seus dentes e você cospe num lugar
E ele gruda num pneu e ele passa pra calçada
E da calçada vai pra um tênis,vai pra frente de um bar
E fica lá uns meses até ele se acabar
Tudo tem uma vida,é só você perceber
Não é só porque não tem sangue que ele não vai viver
Eu dei o exemplo do chiclete pra você se espertar
Na verdade tudo isso é pra você se animar
Blusa nova M.2000, mais um na cova que sumiu
Tudo isso é uma prova de que o mundo evoluiu
Eu vi um dia na TV que o escritor escreveu
A vida de um papel que passou por seu quintal
25/04/1998
Passos Livres
...
Respirar, chorar e ser amamentado
Conhecer, adaptar os sentidos
Confiar-se aos pais
Engatinhar pelos segredos
Dos sons às palavras apresentadas
No choro a voz das necessidades
Passos curtos ressaltados
Começar a entender as emoções e os desejos
Namoro na manhã, conhecendo o prazer
Análise de criações
Voz nas conquistas, determinar-se
Intrigas e conversões
Despertar da “Realidade”
Novas metas e mundos
Revolução pessoal
Metas
Coletas
Complexas
Montagens ecléticas
A boa notícia, enfim uma porta se abre
Surge no oceano da vida um Ramo novo
Ou melhor, vasos sangüíneos e linfáticos; a fisiologia da realidade em matéria escura com ou sem edemas, escoriações, hemorragias e luxações. Lógicas quanti-qualitativas em homeostase pela mediana, através da moda bioestática na psique do “self” pela qual se aplica o processo e a sistematização.
Por um mar, na busca...
Ao quanto ainda não conheço.
07/07/2005
Respirar, chorar e ser amamentado
Conhecer, adaptar os sentidos
Confiar-se aos pais
Engatinhar pelos segredos
Dos sons às palavras apresentadas
No choro a voz das necessidades
Passos curtos ressaltados
Começar a entender as emoções e os desejos
Namoro na manhã, conhecendo o prazer
Análise de criações
Voz nas conquistas, determinar-se
Intrigas e conversões
Despertar da “Realidade”
Novas metas e mundos
Revolução pessoal
Metas
Coletas
Complexas
Montagens ecléticas
A boa notícia, enfim uma porta se abre
Surge no oceano da vida um Ramo novo
Ou melhor, vasos sangüíneos e linfáticos; a fisiologia da realidade em matéria escura com ou sem edemas, escoriações, hemorragias e luxações. Lógicas quanti-qualitativas em homeostase pela mediana, através da moda bioestática na psique do “self” pela qual se aplica o processo e a sistematização.
Por um mar, na busca...
Ao quanto ainda não conheço.
07/07/2005
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