PREFÁCIO
Talvez o destino possa realmente existir, repousando sobre nossas vidas, da qual se alimenta conforme nos apresenta seu caminho. Obscuro e recatado, sua presença verte o tempo e o espaço com todos os seres desta realidade.
Nesse destino, este Pequeno Livro deixa meus suspiros e minha pulsação, como mais que meros sinais vitais. Não tem o intuito de ser nacionalmente reconhecido e nem abrir portas para a cadeira dos eternos escritores nacionais. Este livreto visa preservar, como um precioso baú, algumas jóias pessoais conquistadas e cuidadas por meu viver. Estão cravados aqui meus passos interiores, pontos-de-vista refletidos e transformados pelo tempo. Porém, não passivos ou em função e muito menos absolutos e perfeitos. Mas sim como um ser que leva, como os traços do Pai, nas suas criações sua imagem e semelhança.
Acredito que podemos em nossas essências, unir e compartilhar absolutamente os conceitos adquiridos neste plano como um todo universal de personalidades e vivências.
Pois, assim como se fez História de rabiscos em cavernas até mensagens enviadas ao espaço sideral, desta forma aqui manterei queimando minha chama da personalidade na realidade material, vencendo as margens do espaço e tempo.
Desta forma procuro aqui preservar alguns indícios de meu legado vital, através da arte.
Nesse destino, este Pequeno Livro deixa meus suspiros e minha pulsação, como mais que meros sinais vitais. Não tem o intuito de ser nacionalmente reconhecido e nem abrir portas para a cadeira dos eternos escritores nacionais. Este livreto visa preservar, como um precioso baú, algumas jóias pessoais conquistadas e cuidadas por meu viver. Estão cravados aqui meus passos interiores, pontos-de-vista refletidos e transformados pelo tempo. Porém, não passivos ou em função e muito menos absolutos e perfeitos. Mas sim como um ser que leva, como os traços do Pai, nas suas criações sua imagem e semelhança.
Acredito que podemos em nossas essências, unir e compartilhar absolutamente os conceitos adquiridos neste plano como um todo universal de personalidades e vivências.
Pois, assim como se fez História de rabiscos em cavernas até mensagens enviadas ao espaço sideral, desta forma aqui manterei queimando minha chama da personalidade na realidade material, vencendo as margens do espaço e tempo.
Desta forma procuro aqui preservar alguns indícios de meu legado vital, através da arte.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Desabafo político
Um desabafo.
Tem pessoas capazes de venderem seus princípios por um uniforme do time do bairro dado pelo vereador. Uma cesta básica, pão com mortadela, bolsa esmola, pronatec, concurso sussego, bolsa de mestrado em esquerdismo, até um cargo público.
Princípios que se contaminam e se perpetuam.
O resultado vemos na gestão do país.
Um governo que, em troca de migalhas se perpetua no crime e não há consequência.
A criminalidade sendo promovida.
Um tapinha nas costas.
Também temos pessoas (politicos) que pregam uma coisa, mas fazem outra. Prometem melhorias, mas corrompem o sistema público em benefício pessoal ou de organizações.
Interesses egocêntricos que prejudicam todas as pessoas.
Um tiro no pé.
Desde famílias, sindicatos, conselhos profissionais; órgãos de segurança pública, instituições de ensino e casas de saúde; todo o sistema está contaminado pelo crime.
Hoje em dia é vantagem tirar vantagem.
A solidariedade, o trabalho e o esforço mútuo aliados à bons ensinamentos deveriam ser princípios comuns cultivados diariamente.
Mas, ao contrário, vemos um querendo passar a perna no outro e buscando tirar vantagem, não assumindo falhas, apontando a falha do próximo para se esquivar e não buscando melhorias no seu auto-desenvolvimento.
Quando dizem que a solução está na educação, quer-se dizer educação em varios focos. Técnicas educacionais voltadas ao relacionamento pessoal, em trânsito, familiar, trabalhista, sexual, tecnológica, educação em cuidados de saúde (física, nutricional, fisiológica e psíquica), educação política, ambiental.
Pra piorar, ainda temos uma grade curricular arcaica em salas frias e cadeiras duras, cujos ensinamentos se voltam para um perfil surreal e com recursos antiquados - giz e louza tipo pintura rupestre; trabalhos com cartulina e retroprojetor. Enquanto isso, em casa vemos Tv de plasma, sofá moderno a prestação, celular touch, wi-fi, etc.
Mas, recursos para futilidades como as olimpíadas e o carnaval não são poupados.
Com esse cenário, nessa fórmula ou receita, o resultado pode ser outro?
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