PREFÁCIO
Talvez o destino possa realmente existir, repousando sobre nossas vidas, da qual se alimenta conforme nos apresenta seu caminho. Obscuro e recatado, sua presença verte o tempo e o espaço com todos os seres desta realidade.
Nesse destino, este Pequeno Livro deixa meus suspiros e minha pulsação, como mais que meros sinais vitais. Não tem o intuito de ser nacionalmente reconhecido e nem abrir portas para a cadeira dos eternos escritores nacionais. Este livreto visa preservar, como um precioso baú, algumas jóias pessoais conquistadas e cuidadas por meu viver. Estão cravados aqui meus passos interiores, pontos-de-vista refletidos e transformados pelo tempo. Porém, não passivos ou em função e muito menos absolutos e perfeitos. Mas sim como um ser que leva, como os traços do Pai, nas suas criações sua imagem e semelhança.
Acredito que podemos em nossas essências, unir e compartilhar absolutamente os conceitos adquiridos neste plano como um todo universal de personalidades e vivências.
Pois, assim como se fez História de rabiscos em cavernas até mensagens enviadas ao espaço sideral, desta forma aqui manterei queimando minha chama da personalidade na realidade material, vencendo as margens do espaço e tempo.
Desta forma procuro aqui preservar alguns indícios de meu legado vital, através da arte.
Nesse destino, este Pequeno Livro deixa meus suspiros e minha pulsação, como mais que meros sinais vitais. Não tem o intuito de ser nacionalmente reconhecido e nem abrir portas para a cadeira dos eternos escritores nacionais. Este livreto visa preservar, como um precioso baú, algumas jóias pessoais conquistadas e cuidadas por meu viver. Estão cravados aqui meus passos interiores, pontos-de-vista refletidos e transformados pelo tempo. Porém, não passivos ou em função e muito menos absolutos e perfeitos. Mas sim como um ser que leva, como os traços do Pai, nas suas criações sua imagem e semelhança.
Acredito que podemos em nossas essências, unir e compartilhar absolutamente os conceitos adquiridos neste plano como um todo universal de personalidades e vivências.
Pois, assim como se fez História de rabiscos em cavernas até mensagens enviadas ao espaço sideral, desta forma aqui manterei queimando minha chama da personalidade na realidade material, vencendo as margens do espaço e tempo.
Desta forma procuro aqui preservar alguns indícios de meu legado vital, através da arte.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Se não da pra reconhecer a palavra de Deus com esculturas e imagens, que são meios de expressão artística, então não se deve cultuar Deus com músicas nem com a lingua escrita; através da bíblia cuidadosa e artisticamente traduzida.
Tanto música, pintura, escultura ou até mesmo a gramática (lingua escrita) são tipos de expressividade desenvolvidas e aplicadas na religiosidade no intuito de promover os princípios cristãos.
O que é absurdo, e aí eu concordo, é idolatrar esses recursos.
Idolatrar a imagem, a escultura ou uma música ou cantor gospel.
E mesmo assim o problema é da pessoa.
Tem pessoas que cultuam celulares, trabalho, novelas, dinheiro, roupas, carros, pastores ou seu animal de estimação e ninguém fala nada, nem tem o direito de falar.
Agora te coagir para gostar ou te intimidar para te deixar de gostar de algo ou de um gosto particular é uma forma de invadir tua liberdade individual.
Se estiver errado, me desculpe, mas é minha opinião.
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