PREFÁCIO

Talvez o destino possa realmente existir, repousando sobre nossas vidas, da qual se alimenta conforme nos apresenta seu caminho. Obscuro e recatado, sua presença verte o tempo e o espaço com todos os seres desta realidade.
Nesse destino, este Pequeno Livro deixa meus suspiros e minha pulsação, como mais que meros sinais vitais. Não tem o intuito de ser nacionalmente reconhecido e nem abrir portas para a cadeira dos eternos escritores nacionais. Este livreto visa preservar, como um precioso baú, algumas jóias pessoais conquistadas e cuidadas por meu viver. Estão cravados aqui meus passos interiores, pontos-de-vista refletidos e transformados pelo tempo. Porém, não passivos ou em função e muito menos absolutos e perfeitos. Mas sim como um ser que leva, como os traços do Pai, nas suas criações sua imagem e semelhança.
Acredito que podemos em nossas essências, unir e compartilhar absolutamente os conceitos adquiridos neste plano como um todo universal de personalidades e vivências.
Pois, assim como se fez História de rabiscos em cavernas até mensagens enviadas ao espaço sideral, desta forma aqui manterei queimando minha chama da personalidade na realidade material, vencendo as margens do espaço e tempo.
Desta forma procuro aqui preservar alguns indícios de meu legado vital, através da arte.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Um terrorismo executado pela negligência.

Um terrorismo executado pela negligência. Querem dar o impacto de uma "calamidade". Calamidade ocorre quando não se tomam medidas políticas precautivas. É tão atroz quanto assassinatos por ideais político-religiosos. Ambos são crimes. Comparo isso o que ocorreu em Mariana com um acidente provocado por descaso... um acidente ocorrido por embriaguez cujo o autor não presta socorro. Autoridades negligenciam ações preventivas, o evento catastrófico ocorre. Autoridades inertes apenas acompanham de helicoptero a situação; enquanto a população agoniza na cena do crime.

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