PREFÁCIO

Talvez o destino possa realmente existir, repousando sobre nossas vidas, da qual se alimenta conforme nos apresenta seu caminho. Obscuro e recatado, sua presença verte o tempo e o espaço com todos os seres desta realidade.
Nesse destino, este Pequeno Livro deixa meus suspiros e minha pulsação, como mais que meros sinais vitais. Não tem o intuito de ser nacionalmente reconhecido e nem abrir portas para a cadeira dos eternos escritores nacionais. Este livreto visa preservar, como um precioso baú, algumas jóias pessoais conquistadas e cuidadas por meu viver. Estão cravados aqui meus passos interiores, pontos-de-vista refletidos e transformados pelo tempo. Porém, não passivos ou em função e muito menos absolutos e perfeitos. Mas sim como um ser que leva, como os traços do Pai, nas suas criações sua imagem e semelhança.
Acredito que podemos em nossas essências, unir e compartilhar absolutamente os conceitos adquiridos neste plano como um todo universal de personalidades e vivências.
Pois, assim como se fez História de rabiscos em cavernas até mensagens enviadas ao espaço sideral, desta forma aqui manterei queimando minha chama da personalidade na realidade material, vencendo as margens do espaço e tempo.
Desta forma procuro aqui preservar alguns indícios de meu legado vital, através da arte.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

O estudante deve ser orientado e estimulado a reconhecer e desenvolver os conhecimentos especificos. Acontece que o estudante moderno está a merce da vida. Pais não sabem como educar e são consequências desastrosas de um passado desordenado. Quem acaba educando são os fatos sociais e a percepção distorcida e preceituosa do jovem. A criança vai para a escola sem o mínimo reconhecimento em educações de base. Falo de educação em comunicação, educação em saúde (higiene, física, alimentar), educação familiar, educação de trânsito, educação social e ética, educação financeira e em economia familiar, educação ambiental, etc. Quiçá o jovem terá discernimento sobre a importância de ciências aplicadas no conteúdo acadêmico e escolar. Exigem da criança um conhecimento superior ao que o abiente REAL e precário a prepara. Sem contar com os recursos arcaicos utilizados no ensino (projeção, carteira dura, sala fria, giz e louza) tipo pintura rupestre. Esse método competindo com programas e músicas desenvolvidas por diversos peritos com alto investimento e em casa tv tela plana, sofá confortável e "Iphone" a prestação. Quem a criança e o jovem acabam admirando e seguindo e quem ele despreza? Que tipo de adulto serão?

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